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quinta-feira, 10 de julho de 2008

As velas ardem até ao fim

"Um pequeno castelo de caça na Hungria, onde outrora se celebravam elegantes saraus e cujos salões decorados ao estilo francês se enchiam da música de Chopin, mudou radicalmente de aspecto. O esplendor de então já não existe, tudo anuncia o final de uma época. Dois homens, amigos inseparáveis na juventude, sentam-se a jantar depois de quarenta anos sem se verem. Um, passou muito tempo no Extremo Oriente, o outro, ao contrário, permaneceu na sua propriedade. Mas ambos viveram à espera deste momento, pois entre eles interpõe-se um segredo de uma força singular..."

O romance "As velas ardem até ao fim", do autor húngaro Sándor Márai, foi originalmente publicado em 1942. Trata-se de uma das obras-primas da Literatura Húngara do século XX. Em Portugal, foi editado em 2001 sob a chancela da Dom Quixote.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Ler mais!


" Uma criança em perigo "

"Torey Hayden aceitou um lugar como professora de ensino especial em Pecking, uma pequena cidade americana. Nesta sua nova experiência com crianças marcadas por problemas comportamentais, Torey vai encontrar Jadie, uma menina de oito anos que sofre de uma perturbação designada por mutismo electivo e se comporta como se fechada num mundo de sombras. Mas Torey, investigadora com profundo conhecimento a que alia inesgotáveis reservas de criatividade e uma rara capacidade de doação, não desiste de ajudar a criança. No entanto, nada na sua experiência anterior a tinha preparado para o pesadelo que aquela criança lhe vai desvendando à medida que ganha confiança na única pessoa que a faz sentir-se segura. Torey precisará de muita dedicação e coragem para libertar Jadie das vontades malévolas que lhe roubaram a infância."

domingo, 18 de maio de 2008

Crianças para sempre

" Se a infância fosse cor-de-rosa ou azul-bebé, não seria necessário desperdiçar muitos anos, várias relações e diversos casamentos para cicatrizar muitos sofrimentos infantis. Se alguns governantes, diversas autoridades e muitos técnicos tivessem tido uma infância feliz, davam outras oportunidades às crianças. Se a infância de muitos pais tivesse sido um bem de primeira necessidade, os seus filhos seriam crianças para sempre. Crianças para sempre foi pensado para as pessoas que parecem perder, com o crescimento, a irreverência, a curiosidade e a criatividade das crianças, e que parecem ter sido de tal forma condicionadas pela educação que adormeceram a sua capacidade de brincar, de sonhar, de crescer e de pensar."

domingo, 20 de abril de 2008

Ler mais, na sala de aula




Sugerimos a leitura das obras do escritor e ilustrador Pedro Leitão.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Ler mais!

de
Michal Snunit
(Um livro para todas as idades)
"No fundo, bem lá no fundo do corpo, mora a alma. Ainda não houve quem a visse,mas todos sabem que existe. E não só sabem que existe, como também sabem o que lá tem dentro. Dentro da alma, lá bem no centro, pousado numa pata, está um pássaro. E o nome desse pássaro é o Pássaro da Alma. E ele sente tudo o que nós sentimos:
Quando alguém nos magoa,o pássaro da alma agita-se para lá e para cá em todos os sentidos dentro do nosso corpo, sofre muito. Quando alguém nos ama, o pássaro da alma dá pulinhos de contente, para trás e para a frente, vai e vem. Quando alguém nos chama, o pássaro da alma põe-se logo à escuta da voz a fim de reconhecer que tipo de apelo é. Quando alguém se zanga connosco, o pássaro da alma (...)"

segunda-feira, 24 de março de 2008

Eduardo Sá

Eduardo Sá é psicólogo clínico, psicanalista, doutorado em psicologia clínica pela Universidade de Coimbra onde lecciona essa disciplina, é também professor no Instituto Superior de Psicologia Aplicada, em Lisboa. Tem uma longa experiência de acompanhamento de fetos e de bebés, de crianças, de adolescentes e das suas famílias. Director da Clínica Bebés & Crescidos. Tem colaborado regularmente na imprensa, nomeadamente nas revistas “XIS”, do jornal Público, Adolescentes, e actualmente na “Notícias Magazine”, do Diário de Notícias.

As suas publicações:
Manual de Instruções para uma família feliz, Más maneiras de sermos bons pais, Psicologia dos pais e do brincar, A maternidade e o bebé, A vida não se aprende nos livros, Tudo o que o amor não é, Chega-te a mim e deixa-te estar, Crianças para sempre e, em co-autoria, O melhor do mundo.

quinta-feira, 13 de março de 2008

A casa de Ruben Alves

Quanto a si, ele diz:

" Nasci no dia 15 de setembro de 1933. Sobre o meu nascimento veja a crônica Que bom que eles se casaram. Faça as contas para saber quantos anos não tenho. Que "não tenho", sim; porque o número que você vai encontrar se refere aos anos que não tenho mais, para sempre perdidos no passado. Os que ainda tenho, não sei, ninguém sabe. Nasci no sul de Minas, em Boa Esperança que, naquele tempo, se chamava Dores da Boa Esperança. Depois tiraram o "Dores". Pena, porque dores de boa esperança são dores de parto: há dores que anunciam o futuro. Boa Esperança é conhecida mais pela serra que o Lamartine Babo, ferido por um amor impossível, transformou em canção: "Serra da Boa Esperança", que você ouviu logo que entrou na minha casa.
Meu pai era rico, quebrou, ficou pobre. Tivemos de nos mudar. Dos tempos de pobreza só tenho memórias de felicidade. (...)"



Conheça o seu sítio em A casa de Ruben Alves

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Através da experiência...

Conhecer histórias e/ou pessoas que nos ensinem algo, faz-nos crescer!

Na nossa profissão podemos aprender experimentando, contando a outros e, também, ouvindo experiências de outros... ou mesmo lendo...

É o que vos propomos... experimentar através da leitura o mundo da Educação Especial e especial... em cada um de nós há um professor assim: capaz! Nas nossas salas o que não falta são os alunos com vidas difíceis e não nos esqueçamos que uns podem aguentar melhor que outros, mas as fortes lacunas nas bases da personalidade... podem provocar danos irreparáveis!
Não somos psicólogos... heróis... ou mesmo pais... somos professores. Mas, talvez, nestes tempos difíceis, tenhamos de ser um pouco disto tudo... ou pelo menos que elas, as crianças, nos sintam perto, amigos... interessados em ajudá-las a crescer... afinal é ou não é essa a nossa "missão"?!
De: Torey Hayden
O Livro: "A criança que não queria falar."

"Era uma criança de seis anos, insociável, violenta, perdida num mundo de raiva e sofrimento... até encontrar uma jovem e brilhante professora."