Com os seus grandes olhos azuis, com a t-shirt colada ao corpo devido ao suor, um menino de 7 anos corria ainda pelo pátio da escola, já eram 19h..
Está no horário da manhã por isso, hoje, tal como todos os dias chega à escola às 8h.. Quando termina, almoça no A.T.L. e é lá também que ocupa a tarde.
Estranhei ao vê-lo tão tarde ainda por ali. Chamei-o e perguntei-lhe quem o vinha buscar... falou-me no avô e no tio. Mas que deviam estar a trabalhar e por isso ainda não tinham chegado. Voltei a estranhar e perguntei-lhe pelos pais. Respondeu-me:
- O meu pai está preso e a minha mãe trabalha até muito tarde e não me pode vir buscar.
Mª Madalena Vieira
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sexta-feira, 17 de outubro de 2008
quinta-feira, 19 de junho de 2008
quarta-feira, 18 de junho de 2008
A Sereia... regressa a casa...
O marido não a proibiu de usar calças nos primeiros dias... depois não só a proibiu de usar calças como roupas de Verão que poderiam mostrar-lhe o corpo! Longe da família, da sua terra, da escola, foi a gota de água e a Sereia regressou.
Regressou mais crescida, agora não só usa o seus cabelos compridos, como pinta o seu rosto bonito... no corpo vemos calças e blusas muito coloridas de manga curta... curtinha.
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Já tive a alegria de a abraçar, de lhe dizer que estava feliz por ter regressado. De lhe pedir que não partisse de novo para o fundo do mar.
Por agora ficará em porto seguro (assim me assegurou a mãe).
Ainda não sei o que aconteceu ao seu corpo de menina criança. Um dia destes vou levá-la a passear e teremos mais tempo para conversar, sem o olhar atento da família.
Como eu gostaria que a escola tomasse uma atitude e se envolvesse na protecção e na educação desta rapariga. Lhe desse também uma oportunidade.
Maria Madalena Vieira, Junho de 2008
terça-feira, 10 de junho de 2008
Contas de Fazer por Casa
Pais podem desempenhar um papel precioso para familiarizar os mais pequenos com o mundo da Matemática
Contas de Fazer por Casa
Por BÁRBARA SIMÕES
Domingo, 2 de Abril de 2000
PÚBLICO
PÚBLICO
São exercícios simples, brincadeiras com as matrículas do carros e jogos com a conta das compras. Podem ser de grande utilidade para ajudar os miúdos a desenvolver o cálculo mental e a conviver com os números. Alguns exemplos para treinar neste Ano Mundial da Matemática.
"Supercalifrajalisticexpealidotius". Para começar, deixe a criança contar quantas letras tem esta palavra. Se cada vogal custar cinco escudos e cada consoante dez, quanto vale a palavra inteira? E qual é o nome do miúdo que está a responder? Quanto custa, se se utilizar a mesma "tabela de preços"? O palavrão foi publicado no jornal "The Guardian" para exemplificar o tipo de exercício que pode ser feito em casa para habituar os mais pequenos a conviver, com a maior das naturalidades, com o mundo das operações matemáticas.
Será que este tipo de táctica resulta e pode ajudar a diminuir a proverbial aversão à disciplina? José Paulo Viana, professor do ensino secundário e autor dos "Desafios" semanalmente lançados na revista PÚBLICA, acha que sim. "Pode ser determinante. Muitos dos bons alunos que temos vêm de famílias onde há uma preocupação dos pais nesse sentido. Às vezes nem é explícita, faz parte da cultura familiar: os adultos conversam muito com eles, vão pondo questões, jogos, problemas que obrigam os filhos a raciocinar, a organizar o pensamento".
"Supercalifrajalisticexpealidotius". Para começar, deixe a criança contar quantas letras tem esta palavra. Se cada vogal custar cinco escudos e cada consoante dez, quanto vale a palavra inteira? E qual é o nome do miúdo que está a responder? Quanto custa, se se utilizar a mesma "tabela de preços"? O palavrão foi publicado no jornal "The Guardian" para exemplificar o tipo de exercício que pode ser feito em casa para habituar os mais pequenos a conviver, com a maior das naturalidades, com o mundo das operações matemáticas.
Será que este tipo de táctica resulta e pode ajudar a diminuir a proverbial aversão à disciplina? José Paulo Viana, professor do ensino secundário e autor dos "Desafios" semanalmente lançados na revista PÚBLICA, acha que sim. "Pode ser determinante. Muitos dos bons alunos que temos vêm de famílias onde há uma preocupação dos pais nesse sentido. Às vezes nem é explícita, faz parte da cultura familiar: os adultos conversam muito com eles, vão pondo questões, jogos, problemas que obrigam os filhos a raciocinar, a organizar o pensamento".
Ler artigo completo: http://www.apena.rcts.pt/aproximar/matematica/word/artigopublico1.doc
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Ideias da Madalena
Quase passaram cinco anos desde que terminei a formação inicial! Dou por mim a pensar se ainda estou em inicio de profissão e o que significa isso.
Continuo diariamente sem receitas, com alegrias e desalentos, com dificuldades e sucessos dentro da sala de aula do primeiro ano com que tenho trabalhado. Questiono-me se tenho agido bem, se tenho sido boa professora, se tenho posto em prática o que estudei. Pelos menos esforço-me.
Em certas ocasiões, em especial ao recreio, dou por mim a ouvir as outras oito colegas do horário da tarde a contribuir com opinião e quase todas parecem saber como agir, parecem não ter medos, nem inseguranças, parecem saber qual a melhor forma, qual o motivo... para tudo...
Umas estão no ensino há cinco anos, outras há oito, outras há doze, outras há vinte, outras há 30 anos!
Será que um dia já sabemos tudo e deixamos de precisar de partilhar? De reflectir?
Junho de 2008
Mª Madalena Vieira
Continuo diariamente sem receitas, com alegrias e desalentos, com dificuldades e sucessos dentro da sala de aula do primeiro ano com que tenho trabalhado. Questiono-me se tenho agido bem, se tenho sido boa professora, se tenho posto em prática o que estudei. Pelos menos esforço-me.
Em certas ocasiões, em especial ao recreio, dou por mim a ouvir as outras oito colegas do horário da tarde a contribuir com opinião e quase todas parecem saber como agir, parecem não ter medos, nem inseguranças, parecem saber qual a melhor forma, qual o motivo... para tudo...
Umas estão no ensino há cinco anos, outras há oito, outras há doze, outras há vinte, outras há 30 anos!
Será que um dia já sabemos tudo e deixamos de precisar de partilhar? De reflectir?
Junho de 2008
Mª Madalena Vieira
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Frase da Semana
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Carreiras Profissionais em Países da UE
Levantamentos - síntese das carreiras profissionais dos professores do ensino geral em Espanha, França, Alemanha, Reino Unido e Dinamarca realizado pelo professor João Freire.
sábado, 17 de maio de 2008
Frase da Semana
terça-feira, 13 de maio de 2008
Provas de Aferição
" As Provas de Aferição de Língua Portuguesa e de Matemática dos 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico visam avaliar o modo como os objectivos e as competências essenciais de cada ciclo estão a ser alcançados pelo sistema de ensino. A informação que os resultados destas provas fornecem mostra-se relevante para todos os intervenientes no sistema educativo, alunos, pais, encarregados de educação, professores, administração e para os cidadãos em geral. Estes resultados permitem uma monitorização da eficácia do sistema de ensino, devendo ser objecto de uma reflexão ao nível de escola que contribua para alterar práticas em sala de aula, que assim podem e devem ser ajustadas de modo sustentado."
Critérios de classificação da prova de Língua Portuguesa: 2007
Critérios de classificação da prova de Matemática: 2007
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Qual é a tua opinião?
"De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos. Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas à 'prova de crianças', ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes. Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar à frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.
Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte ou rua abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos PlayStation, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet. Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua.
Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía! Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos às portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem. Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei. Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas. Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com quase tudo."
Recebido por correio electrónico de um anónimo.
sábado, 10 de maio de 2008
Frase da Semana
" Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro... O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazónia para o nosso futuro. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver."Cristovam Buarque, ministro brasileiro da Educação, nos EUA.
domingo, 4 de maio de 2008
Dia da Mãe
O senhor Mar
Com uma onda...Com muita onda...
E depois?
E depois...
Ondinha vai...Ondinha vem...
Ondinha vai...
Ondinha vem...
E depois...
A menina adormeceu
Nos braços da sua Mãe...
sábado, 3 de maio de 2008
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Dia do Trabalhador
Celebra-se hoje o Trabalhador porque:
No dia 1 de Maio de 1886 realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América. Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de centenas de milhares de pessoas.
Alguns países celebram o Dia do Trabalhador em datas diferentes de 1 de Maio:

Alguns países celebram o Dia do Trabalhador em datas diferentes de 1 de Maio:
Austrália: A data de celebração varia de acordo com a região:
4 de Março na Austrália ocidental,
11 de Março no estado de Vitória,
6 de Maio em Queensland e Território do Norte
7 de Outubro em Canberra, Nova Gales do Sul (Sydney) e na Austrália meridional.
Estados Unidos da América: Celebram o Labor Day na primeira segunda-feira de Setembro por interesse do empresariado, o dia primeiro de maio foi transformado no "Dia da Ley", quando se comemora a "associação entre a ley e a liberdade", esquecendo-se os acontecimentos que deram origem a esse dia.
Espanha: Celebram dia 18 de Julho
sexta-feira, 25 de abril de 2008
25 de Abril de 1974
Ontem apenas fomos a voz sufocada
dum povo a dizer não quero;
fomos os bobos-do-rei
mastigando desespero.
Ontem apenas
fomos o povo a chorar
na sarjeta dos que, à força,
ultrajaram e venderam
esta terra, hoje nossa.
Uma gaivota voava, voava,
assas de vento, coração de mar.
Como ela, somos livres, somos livres de voar.
Uma papoila crescia, crescia,
grito vermelhonum campo cualquer.
Como ela somos livres, somos livres de crescer.
Uma criança dizia, dizia
"quando for grande não vou combater".
Como ela, somos livres, somos livres de dizer.
Somos um povo que cerra fileiras,
parte à conquistado pão e da paz.
Somos livres, somos livres, não voltaremos atrás.
Ermelinda Duarte
quinta-feira, 24 de abril de 2008
terça-feira, 15 de abril de 2008
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Frase da Semana
quarta-feira, 26 de março de 2008
Frase da Semana
" Os navios estão mais seguros quando estão no porto. Mas não é para isso que se fazem navios. "
Anónimo

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